Em tempos de Coronavírus, como ficam as crianças em processo de alfabetização?

A pandemia do novo Coronavírus trouxe impactos significativos para a educação.  Quando se fala nas mudanças nas rotinas dos estudantes, é comum que aqueles que estão se preparando para o Exame Nacional do Ensino (ENEM) e outros vestibulares despertem a preocupação inicial, mas como ficam os pequenos em processo de alfabetização? Para garantir que o aprendizado do alfabeto como código de comunicação e da apropriação do sistema de escrita ocorra de maneira satisfatória para os seus alunos, o Colégio GGE tem enfrentado esse desafio apostando no potencial pedagógico do lúdico para crianças nessa faixa etária.

Os jogos de alfabetização fazem parte das atividades eletivas do projeto Outbox Learning, pensado para trazer leveza e contribuir com a humanização do ensino. Tratam-se de recursos que estão sendo utilizados pelo GGE para envolver as crianças. A ideia surgiu da observação da rotina de estudos que se estabeleceu com pandemia e da necessidade de tornar o processo em casa tão estimulante quanto na sala de aula.

A nossa preocupação foi contemplar, com carga horária e ênfase maiores, esse período, que é extremamente importante e que precisa de estímulo e prática. Para não sobrecarregar as crianças, que estão expostas a um novo formato de aulas, a gente decidiu trazer os jogos, que são uma modalidade pedagógica e que utilizamos na alfabetização, mas trouxemos no contraturno e com essa nova cara de games. Trata-se de um formato mais lúdico para que as crianças tenham interesse e o incentivo de dar continuidade a manutenção do processo de alfabetização, sem necessariamente ser durante a carga horária regular”, explica a gestora pedagógica da Educação infantil e Ensino Fundamental 1 do GGE Boa Viagem, Nayana de Paiva.

Toda a Educação Infantil tem convergência no processo de alfabetização. Por isso, o Colégio GGE tem dado suporte e atenção especial para os alunos, utilizando as ferramentas tecnológicas para realizar jogos online para alfabetização. “O recurso tecnológico nos possibilita utilizar sites e aplicativos que estimulam o processo de alfabetização e que trabalham com atividade de manutenção, mas uma manutenção interativa, com design gráfico muito mais atrativo para as crianças, para que elas não deixem de se sentir estimuladas a coloquem em prática o que aprendem, mas com esse plus em relação à linguagem delas, a parte lúdica, que é uma característica fundamental do ser criança”, finalizou.

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